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O triunfo da luz

  • Foto do escritor: Marcos Amazonas Santos
    Marcos Amazonas Santos
  • 26 de fev.
  • 2 min de leitura

O dia amanheceu nublado, com um forte nevoeiro que mal nos permitia entrever a paisagem. As notícias relatam da tragédia causada pela chuva em Minas Gerais e evidenciam o descaso daqueles que devem cuidar do povo, mas que visam apenas os seus próprios interesses.

O tempo instável; as trevas fazem-se sentir. Nesse momento, recordei da canção de Nelson Cavaquinho:

“O Sol há de brilhar mais uma vez / A luz há de chegar aos corações
Do mal será queimada a semente / O amor será eterno novamente”

Sim, sol brilhará e há de chegar o dia em que o mal e toda iniquidade sumirão. O poeta é certeiro, profundamente bíblico ao olha para o momento final – o Dia do Senhor. Por isso, ele segue afirmando:

“É o juízo final / A história do bem e do mal
Quero ter olhos pra ver / A maldade desaparecer”

As trevas terão fim; a luz dissipará toda escuridão. Isaías proclamou que o povo que caminhava na escuridão viu raiar a luz:

“O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz” (Is 9.2). 

Tal como o profeta, Nelson Cavaquinho foi usado para nos lembrar que o poder do mal será erradicado do mundo.

As tempestades podem surgir, podem causar forte destruição; os dias podem ser de nevoeiro, mas tudo isso é passageiro. Contudo, é preciso ficar firme e não se acomodar, mantendo viva a esperança para poder contemplar o desvanecer da maldade.

É essencial ter olhos para ver a luz chegar aos corações, mas é fundamental proclamar essa luz que veio até nós e se doou por nós. Precisamos ser mensageiros da esperança e erguer nossas vozes, com ousadia e fé, afirmando que o bem triunfará e toda maldade desaparecerá.

 
 
 

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